Exposição do Rio que era Doce ao outro lado dos trilhos: os danos irreversíveis da mineração

A arte é uma grande ferramenta para difusão da informação. Acreditando nesse papel, a Justiça nos Trilhos experimentou outras vertentes, para além do teatro e da dança: apostou em exposições fotográficas e artísticas, que possibilitam que públicos que vivem outras realidades passem a conhecer, por meio de cada registro exposto, novas situações e histórias.

Em 2017, a JnT estabeleceu uma parceria com o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios frente a Mineração para a exposição que foi criada em 2016, após o rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, em Minas Gerais, conhecido como crime da Samarco/Vale em Mariana, pudesse circular pelo MA e PA.

A exposição “Do Rio que era Doce ao outro lado dos Trilhos: os impactos irreversíveis da mineração” usou a arte para explicar os impactos da mineração para a sociedade e circulou pelas cidades de Belém (PA) e Açailândia e São Luís (MA). Nos espaços, além de peças expostas, também ocorreram aulas públicas e debates, com participação de moradores e moradoras de comunidades impactadas pela cadeia de mineração de ambos os estados, que propiciou uma troca de saberes e informou a sociedade sobre os danos que a mineração provoca.

Denúncia de impactos da EFC em comunidades de Buriticupu, na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (CIDH/OEA);
Pesquisa sobre a atuação do Consórcio dos Municípios dos Corredores Multimodais do Maranhão;

Encontro Poesia, memória e resistência- olhares sobre os impactos diferenciados dos grandes projetos sobre a vida das mulheres;

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